programa anozero no qual contamos com a presença de sonic youth banda que tem como primado a honestidade artística e coragem de fazer música pela música sem medo de experimentar, enfim, pela atitude “do-it-yourself”. é nesse sentindo que é de extrema importância também a presença de lee ranaldo integrante do sonic youth. temos ainda clint mansell e kronos quartet executando o quarto ato — winter — da trilha sonora de requiem for a dream em que o diretor darren aronofsky — pi — conta a perturbada e frenética história de personagens que se envolvem com seus sonhos e vícios. na sequência o canadense venetian snares e algumas faixas do álbum nymphomatriarch, disco duríssimo e asfixiante de “drill n’ bass” elaborado em parceria com hecate — então sua namorada — criando um tumultuoso núcleo nevrálgico de colisões rítmicas a partir de samplers gerados exclusivamente de sons captados da prática de sexo oral, anal e vaginal praticados pelo inspirado casal.
para encerrar slint banda seminal dos anos oitenta tida hoje como referência para um grande número de bandas, principalmente em função da explosão do gênero post-rock, supostamente inventado pelo próprio slint.
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programa anozero curto para iniciar as atividades no qual contamos com a presença de eivind aarset representando o chamado “novo jazz europeu” — ou jazz eletrônico — na companhia de, também presente no programa, trompetista norueguês nils petter molvaer. contamos ainda com a presença de christian fennesz que desde o início de sua carreira, desenvolveu composições para projetos de teatro e cinema, além de dança, acompanhando o elenco, inclusive em execuções ao vivo, em algumas coreografias. ainda que tenha sempre se adaptado ao desenvolvimento dos softwares, o som da guitarra é sua grande influência. sua música é “uma bolha que mistura melodia, harmonia, beleza, melancolia e muita distorção”.
Robotobibok (a blend of two Polish words for robot and skiver) was formed in 1998 in Wrocław, Poland. From the very beginning, their music has seemed to combine modern electronic music with the energy of improvised jazz. Strong and acoustic drums, double bass and trumpet intertwine with dreamy vibraphone, electric guitar and characteristic 70’s analogue electronica.
The result evokes the atmosphere of 70’s electric jazz and early electroacoustic experiments. The core of Robotobibok’s music is their post-jazz rhythm section, ostensibly inspired by the newest electronica, but going further and building more intricate structures. Robotobibok also try to develop their own language in improvisation; individual instruments sometimes do solo, but none of them dominates in the end.
Robotobibok’s three records: Jogging (2000), Instytut Las (2003) and Nawyki Przyrody (2004) were released by its own label, Vytvornia OM (Technology in service of meditation), which also released other befriended projects (Tomasz Gwinciński, AGD). For the last three years, the band has been relentlessly touring (among others, Knitting Factory -New York 2002, Paradiso - Amsterdam 2004; AB - Brussels 2004), also at various festivals: “XI Warsaw Summer Jazz Days 2002″, “Sergey Kuryokhin International Festival 2003″ in Berlin, “Eurosonic Festival 2004″ in Groningen, “16th Dour Festival” in Dour and “26th Saalfelden Jazz Festival”. Robotobibok have played next to Nils Peter Molvaer and Khamer, Chicago Underground Duo/Trio, Tied and Tickled Trio, De Kift and Fennesz. In April 2002 they toured briefly in USA and since January 2004 have been regularly playing in Holland, Belgium, France and other European countries.